Buscarmos a consci?ncia de que o tempo em que vivemos ? ?nico
onde temos toda a capacidade transform?-lo e nos surpreendermos com nossas a??es
vivendo intensamente, como se fosse o ?ltimo momento,
desde as coisas mais simples at? as mais importantes.
Cada dia ? novo. Cada momento ? novo. O tempo n?o tem significado em si mesmo,
a n?o ser que decidamos lhe dar import?ncia valorizando cada encontro da vida,
sabendo que ele jamais ocorrer? novamente.
Perfil no fim da p?gina
:: Sexta-feira, Maio 28, 2004 ::
UM NOVO BLOG, OS MESMO DEDOS.
Ontem eu surtei. Na verdade era uma idéia que já vinha "matutando", mas devido a minha contínua falta de tempo, adiava sempre o plano.Porém ontem "matei" a aula de ergonomia e criei um novo blog.
Este é bem diferente do Último Momento e nele pretendo postar apenas minhas poesias e alguns pensamentos em verso.
O nome do novo blog é um pouco "estranho", mas basta ler a explicação contida na página para tentar viajar junto. Assim espero...rs
Como tudo que é novo, ainda não sei como será ao certo...já postei algumas poesias publicadas aqui e outras inéditas.
Gostaria realmente que os amigos blogueiros dessem sua mais sincera impressão sobre o blog. Ficarei muito agradecido.
Quando ouvimos aquela frase: Vida de estudante não é fácil! Geralmente não levamos muito a sério. Até o momento em que você vai sentir na pele cada sílaba do que antes parecia clichê.
Estou no penúltimo ano de Design Industrial e a cada dia que passa marco um "X" de obstáculo superado e aumentam uns "Zeros" no dividendo que se acumula. Estes dias fiz algumas contas e com todo dinheiro que já investi (vejam só, sou um Business man e nem me tocava), poderia ter um carro zero parado em um trânsito qualquer por ai.
Imediatamente senti um arrependimento de esnobar meu amigo BÓP - este é o nome do meu carro Uno Mille ELX. Tem esse nome por causa da placa BOP05** (sim, fui muito criativo...rs).
O coitado de rodas tem sofrido nos último tempos: Foi "enrabado" por um ônibus verde (faz tratamento psicológico até hoje para superar a "homofobia"), seus banhos de espuma estão cada vez mais raros, um motoboy deu um baita tapa na orelha de espelho esquerda (retrovisor), entre outros acontecimentos traumáticos. Em resposta a todos estes fatores, ele tem pequenos "tiques" nervosos, falhando nas horas mais propícias, não travando a porta traseira, não retornando o pisca-alerta automaticamente para a posição inicial e por ai vai, quer dizer, quebra.
Confesso que não estou sendo um bom amigo do BÓP, mas tudo isso esta relacionado diretamente a fortuna que estou recebendo no atual estágio.
A última moda que inventei, foi transformar meu carro em um Flex Power (carros que utilizam gasolina e álcool). Na verdade o meu é bem mais modesto, então o chamo de "Flex Pobre". Hoje como experiência coloquei R$6 de gasolina e R$4 reais de álcool para percorrer os 75 km diários no percurso CASA - ESTÁGIO - FACULDADE - BAR - CASA.
Foi uma ótima sensação não ter aquela maldita "luzinha" de reserva acessa (não sei como não queimou ainda), eu praticamente dispensava a lanterna do painel, somente a luz da reserva fornecia a iluminação necessária. Por outro lado, o BÓP ficou mais gordo, quer dizer, mais lento...parece que ele esta gripado, dando umas engasgadas e se perguntando: "What a fuck hell is that!!?" (TRADUÇÃO: Por obséquio, o que seria isto caro amigo?)
Como cancelei o seguro pelos mesmos motivos sócio econômicos, concluo que se o BÓP parar eu ficarei completamente "na mão". Agora, se ele resistir a esta cachaça, com o resto do dinheiro que ainda tenho, consigo abastecer até o final da semana.
Isso sim é um negócio da China, não é senhor presidente!!?
Fiquei impressionado como ninguém comentou sobre alguns erros escabrosos de pontuação que estes dedos tiveram o dom de digitar no post anterior.
Hoje pela manhã fui reler o que havia postado e fiquei pasmo. Tudo bem que não sou nenhum Professor Pasquale (será que acertei?) e não ando com uma gramática nas mãos, mas certas coisas são difíceis de ler. Não é questão de ser chato, porém uma boa pontuação e certa clareza de idéias contribuem um bocado para qualquer leitor. Realmente vocês são educados...rs
Agora com vocês...
PRIMEIRO EPISÓDIO
"Em casa vivem: eu, meu irmão (21 anos), e minha mãe..."
Neste caso, observamos como a vírgula não deve ser "empregada". Mesmo se a vírgula tiver uma grana e for "patroa", não deve aparecer antes da letra "e" em termos que desempenham a mesma função sintática - salvo quando vêm repetidas numa enumeração.
Exemplo: "Abrem-se os lírios, e jasmins, e rosas."
SEGUNDO EPISÓDIO (ELE AINDA INSISTE...)
(alguns anos...rs...Acabei de perguntar para ela: 55 anos, Que filho desnaturado...)
Neste outro caso, observamos como uma regra simples pode ser simplesmente ignorada pela mente humana. Você nunca na sua vida vai ler uma frase que finaliza com uma vírgula intrometida. Aqui posso apelar para a suprema corte e dizer que no teclado a vírgula fica ao lado do ponto, sendo apenas um erro de digitação.
Pedido negado. Esse cara adora uma reticências, não?
EPISÓDIO FINAL
Agora vem as desculpas deslavadas que colam mais do que "Post it" (aquele treco amarelo de anotar recados).
Meu maior álibi é o álcool que estava sendo ingerido durante a digitação daquele post. Durante este mesmo período, dividia a atenção com minha mãe, o computador e a televisão.
Mesmo na hora de publicar, nosso amigo com toda preguiça que Deus lhe ofereceu não releu o post.
A moral da história:
- Não misture post e álcool;
- Releia aquilo que você escreveu, mesmo se for algo construtivo para a vida como aquele post;
- Releia mais uma vez. Certamente vai encontrar outro erro que não tinha encontrado;
- Todo sinal de "ASPAS" e HÍFEN (-) que você digitar no Word aparecerá como um sinal de interrogação de cabeça pra baixo ao publicar(ponto de interrogação tem cabeça?);
- Quando errar, silenciosamente corrija o (s) erro (s) e não publique um post na seqüência apontando de forma jocosa o fato;
- Se ainda assim você insistir em escrever o post jocoso sobre os erros cometidos, escreva mais de 10 linhas inibindo os leitores "Sem picles amigo!" (aqueles que lêem o começo e fim do post fazendo do meio apenas recheio que tiram do pão);
- "Erar é Umano, Persiti é Burrise" (não resisti a uma piadinha bem sem graça no final...rs).
É só......da!
Fontes didáticas: Gramática da Língua Portuguesa Hermínio Sargentim - IBEP;
Vocês já beberam suco de limão (em pó) com vinho tinto suave? Acabei de misturar aqui e fica muito bom. Eis a dica amigos. Hoje não será uma versão alcoólica da Ana Maria Braga e sim falarei um pouco sobre mudanças.
Vocês já perceberam como algumas pessoas (a grande maioria) são resistentes a mudanças? Ultimamente tenho presenciado isso. Em casa vivem: eu, meu irmão (21 anos), e minha mãe (alguns anos...rs...Acabei de perguntar para ela: 55 anos, Que filho desnaturado...)
**pausa necessária**
Não costumo interromper os textos assim, porém isso merece uma nota aqui. Como chamei a atenção de minha mãe perguntando a idade dela, ela perguntou se eu estava bebendo chá - lembra do suco de limão com vinho no início do post? De sacanagem, falei que era um chá novo e ofereci em seguida. Ela curiosa bebeu o tal "chá" e fez uma cara de "unhééécá" e emendou: "Pára de ser bebum Leandro!" Tadinha...Desnaturado e pausterizado mesmo este filho, Jesus!!
**fim da pausa não tão necessária assim, "iki!"**
Estamos prestes a mudar de "apertamento" provavelmente será no mesmo condomínio, somente alterando o prédio e andar. Fomos a pouco tirar umas medidas do local para planejar os móveis, uma vez que no primeiro andar a sala é ligeramente menor para dar lugar ao corredor de acesso externo. Estamos nesta escolha de novo lar há algumas semanas e cada visita a um local é um parto. Defeito ali, defeito aqui...isso é bom, aquilo não...mas no fundo é sempre resultado do medo ao novo. Até mesmo a preferência a este que fica no mesmo condomínio é fruto do mesmo temor. É natural termos receio do que não conhecemos, divido este sentimento em parcela menor com minha mãe, mas isso sempre me faz refletir em outros aspectos da vida.
Inevitavelmente em diversas situações na vida de todos, não teremos conhecimento do que irá acontecer se dermos ou não tais passos, esse é um mistério em charme na vida. "Perder" as coisas por medo de "perder" é algo que puxa os freios de uma provável melhora, pois evitarmos mudanças a todo custo, nos faz enraizar no passado que não pode ser alterado nunca.
Confesso, tenho certo medo de mudanças, do novo...quem não tem não é?
Pior que isso é ver a Solange do BBB 4 gravar um CD com o "We ar de or, we ar de silver" (vai passar no fantástico, não percam! Pensando melhor...percam!!)
Esperemos a mudança!! Alguém ajuda a carregar os móveis ai!?
Hoje vou contar sobre o vizinho "peça rara" do local onde trabalho. Primeiro vou dizer onde trabalho - seria um bom começo.
Estagio em uma gráfica especializada em mídia exterior (outdoor, banners, adesivos, etc).
No geral, sou responsável por edição de arquivos, impressão e acabamentos...Ah! E claro, um bom ouvinte das divagações do meu diretor, mas isto é assunto para outro post (desconfio que ele lê esporadicamente este blog).
Ah sim...o vizinho. Bem, ele tem por volta de uns 30 e poucos anos e provavelmente tem alguma patologia, não tenho certeza, pois faz coisas fora do normal...Quer dizer, de perto ninguém é normal. Digamos que ele não disfarça muito bem como os demais terráqueos.
Sempre quando estou meio desanimado recorro ao quintal do sobrado (trabalho numa espécie de sobrado / escritório, comum em alguns bairros de Sampa.) e neste local, fico separado por um muro do quintal deste amigo vizinho. Minha tristeza vai embora, quando ouço em alto volume músicas no estilo forró com letras do tipo: "OLHA U CHIFUDU OLHA U CHIFRUDO ELA DÁ PRA TODO MUNDO!" acompanhado por empolgadas palmas e uns gritos do tipo "URRUUuuuuu".
Outro passatempo predileto dele, principalmente quando o São Paulo Futebol Clube ganha, é ouvir o Hino do time...várias vezes. Umas 20 vezes no mínimo! No fundo ele é simpático, até me deu uma bandeira do São Paulo (sabe que sou "Sãopaulino" também). Seu botão predileto do rádio é o REPEAT. Existem dias em que vibro quando o São Paulo perde só de saber que não aguentarei o tal hino, juro. Mas nem tudo esta perdido, às vezes ele ouve uns "Zezé de Camargo e Luciano". (sei...)
O dia não esta completo se ele não faz sua performance em locução de rodeio. Ao fundo, uma música sertaneja num som estridente e fora de regulagem, nosso amigo começa a dizer umas coisas do tipo "aliazida balatifa avistunde que vai oeeee" (é o que entendo), e no final ele incrementa: "SEGUUUUUUUUUUUUUUUUUURAAA PEÃO".(imaginem os auto-falantes vibrando como se estivessem furados "bruuuuuuu". Imagina um pouco pior. Isso! Por ai mesmo.)
Ele tem dois cachorros pequenos. Um me odeia. Ao sentir minha presença, começa latir até cansar. O outro come plantas e vomita às vezes.
***pausa***
Meu diretor esta no andar superior imitando seu filho de 4 anos. Sem comentários.
Você dirige um ônibus vazio branco e azul do tipo coletivo. Existe moderado trafego. Segue com o gigante de lata para o lado esquerdo da bifurcação em "Y" no contra-fluxo em pleno viaduto de razoável altura com suas bordas de concreto repleto de navios e lanchas aportados na margem sem mar - como se estas embarcações voassem. O ônibus em movimento, quase colide com os carros vindo ao seu encontro até que o freio se faz presente. Na mesma cena surreal, você quase atropela uma guarda de trânsito - que provavelmente irá aplicar uma multa - quando retorna o caminho para seguir no correto fluxo à direita desta bifurcação. Não esqueci de colocar o cinto de segurança, (estava preocupado com a multa e não com a segurança) mesmo ele estando velho e sem condições adequadas de uso.
O motorista era eu. O sonho foi hoje. O que meu inconsciente quis dizer, ainda não sei.
Nestes dias as coisas andam meio erradas....ou meio certas. Na verdade estou sustentado pelo fio de nylon tentando neste ilusório equilíbrio usar a barra nas mãos com algum verbo transitivo para seguir à frente. Não quero acreditar que as coisas estão ruins...mas isso me desgasta.
Às vezes sinto saudades de mim. Alguém que vive na minha mente como uma utopia possível de ser real, mesmo que contrarie a analogia deste mundo.
E neste divã improvisado, fornecido pelo meu repertório digerido no prato da vida, tento achar o que fazer com as preocupações para não me perguntar demais por respostas que não tenho.
Este é um poema que sem pudores copiei no meu bloco de notas - dando os créditos para o autor, claro - de uma exposição na faculdade que estudo. Junto ao poema existiam tiras de papéis com palavras diversas, coladas em cacos de vidro e ao lado um caixão miniatura representando a morte das mesmas. Achei muito interessante e resolvi postar aqui. Espero que gostem!
PALAVRAS
Palavras, jogadas, ao vento
Palavras, perdidas, no tempo
Palavras, que acariciam e ferem
Promessas, quebradas e lançadas, na neblina do passado.
Palavras, que tocam o coração
Palavras, que são como agulhas, na nossa alma.
Palavras, caladas que congelam, dentro da gente
São apenas palavras
E muitas vezes, é tudo o que temos.
Autora: Cristiane G.P. Machado. (aluna da faculdade)
O rapaz, que outrora foi menino de olhos curiosos, queria escrever de maneira mais sincera e profunda seus sentimentos por ela.
Sabia que não era muito bom em gestos corporais nos últimos tempos, mas fato que não diminuía o amor incondicional por aquela pessoa.
Em seu íntimo, sabia de maneira comovida todo esforço e privações vividas que seu exemplo de vida percorreu.
De origem interiorana, não sabia o significado de um farol, pois em sua terra natal não eram necessários estes artifícios de organização. A vida era muito mais simples.
Por amor, largou tudo e todos a caminho da capital de São Paulo construir seus sonhos.
De maneira dura, viu seu amor partir em dois e de suas entranhas tinha a missão de criar os frutos em forma de vida.
Num mundo onde era raro olhar nos olhos como em suas lembranças, não recorreu as facilidades, enfrentando todo o inesperado em nome do amor pelas vidas em sua guarda.
Assim seguiram-se os anos onde dificuldades não se faziam ausentes, mas com brados dignas de guerreira passou pela fome, medos, orgulho e até mesmo a morte.
Hoje este rapaz e seu irmão é de tal maneira nesta vida, devido ao total comprometimento espiritual firmado anteriormente cumprido de maneira digna e intocável. Ela supriu toda e qualquer falta educando e dando amor de maneira sem igual aos seus filhos.
O rapaz e seu irmão sentem muito orgulho de ter ao seu lado espírito de tanta luta e dedicação nesta passagem terrena. Que podem com carinho chamar de mãe.
Aproveitando o ensejo liquefeito, outro dia li um dado interessante que sempre me questionava a respeito, uma vez que neste local somos tão sinceros em expelir o que vem de dentro.
Banheiro público. Certamente você já leu recados do coração, desejos sexuais e todo tipo de assunto que não comentaria em uma mesa com sua família...
Passe-me o sal por favor!? Obrigado.
Renata Plaza Teixeira, pesquisadora do Instituto de Psicologia Experimental da USP, comprou alguns pregadores e fez um estudo em banheiros públicos masculinos e femininos, onde em sua publicação, aponta que estes locais revelam um lado escondido da psique humana.
Em Dez anos de estudo ao tema, ela acaba de apresentar a tese de doutorado que traça diferenças e semelhanças culturais entre as preciosidades escritas em cinco países (Brasil, Itália, Espanha, Alemanha, EUA). Neste período, durante três anos, a pesquisadora educadamente invadiu 212 banheiros de universidades, contabilizando 5.546 garranchos de parede. Segundo ela, os grafites são portas para a intimidade e até para a cultura de um país, podendo ser vistas como formas de manifestação do inconsciente, ligadas a fantasias e desejos reprimidos.
A grande surpresa ficou por conta das mulheres - para ela, porque eu sempre desconfiei - pois mais da metade do que elas escrevem, ultrapassando a marca dos homens, refere-se adivinha sobre o que?
1. Sobre sexo;
2. Sobre a Solange do BBB (ainda);
3. Sobre técnicas de dominação sentimental masculina;
4. Sobre as técnicas ninjas de Maria Clara espancando a Laura em Celebridade;
5. Sobre receitas diuréticas.
Sobre sexo é que elas falam mais....Somente no Brasil elas só pensam "naquilo" (isso seria bom ou ruim?), as italianas e espanholas são mais românticas. Os homens no geral, têm interesses por política e futebol além da troca de fluídos, vulgo sexo. Na terra do Tio Sam, os homens são os mais egocêntricos deixando nos banheiros somente suas assinaturas - uma maneira de deixar um rastro mais permanente no local.
É amigos...se vocês estiverem com dúvidas sobre sua tese de doutorado, siga o exemplo desta pesquisadora e abra os olhos em todos os momentos, inclusive neste tão introspectivo.
Agora toda vez que vocês forem a um banheiro e ler tais presságios metafísicos lembrem-se deste blog.
O final foi terrível... imaginem: relacionar este espaço a um momento tão...tão...ah deixa pra lá...
Uma coceirinha no estomago do lado esquerdo, que assim como um elevador, sobe e desce dentro de um espaço limitado e desconfortável.
Agora pouco eu estava no 21º andar. A vista é boa. Até posso ver de longe parte do caminho, mas o vento gelado me incomodava.
Escrevo neste momento do 5º andar. Aqui ocasiona certo conforto, apesar do sentimento deslocado no rodapé...pelo menos ouço alguma música. Los Hermanos.
Nestes dias tenho estado mais com os amigos...Fazendo coisas interessantes, como uma bela urinada em um fétido banheiro de boteco, onde água e urina se misturam no chão empossado, dando a certeza que o vaso sanitário é mero alvo inatingível. Existe coisa melhor "do que dar uma bela mijada" sentindo nos olhos cerrados a presença da luz do teto sobre as pálpebras em aliviante prazer corporal? Ah sim, a calabresa com cebola...isto sim talvez seja melhor. Nem gosto muito de calabresa.
Tenho estado cansado de muitas coisas...cansaço físico também, claro.
Tenho estado mais com meu violão.
A cada linha olho para o teto, fugindo do brilho do monitor e pensando no que parir em dedos cautelosos...Quanto mais penso, mais subjetivo fica a cria na placenta letrada. Palavras perdidas ou quem sabe esquecidas, ignoradas, "flatuladas"....onde diabos se encaixam estas letras!?
Sinceramente, não escrevi para vocês entenderem, sabe?
No fim tudo é momento, mas estava com uma vontade enorme de ouvir os sons deste teclado...mesmo sem assunto em pauta e certa censura de 18 anos.
Para aqueles que vivem com a cabeça no mundo da lua ou às vezes quase bate o carro por ficar apreciando a redonda - não me refiro a Skol...final de semana já passou, então limite-se a sua ressaca - amanhã ocorrerá um eclipse total da Lua no céu vespertino. Como o eclipse começará para nós do Brasil antes do nascer da Lua, quando ela surgir no horizonte Leste, já estará escurecida pela sombra da Terra.
Eclipse lunar é aquele fenômeno que você espera o dia inteiro para apreciá-lo e na hora do evento ou você esquece, ou o céu esta todo encoberto (principalmente aqui em São Paulo). Sem contar, que existe a possibilidade de você olhar para o céu e não ver nada, porque sua janela esta no lado oposto do fenômeno e a preguiça é maior que os passos a um lugar mais apropriado de vislumbro celestial. Depois passa no Jornal Nacional mesmo (Plim Plim! Puxando o saco do provedor...hehe) ....Boa Noite! Fala sério....
Porém os cientistas dizem que eclipse lunar é o fenômeno ocorrido quando a Terra se interpõe entre o Sol e a Lua, impedindo que os raios solares atinjam diretamente o satélite. Claro! Eles têm um "baita" telescópio para ver, não é!!?...(tosco, eu sei...era para ser uma piada....rs)
Comprem suas fitas vermelhas para amarrar no dedo e não esqueçam de apreciar esta beleza!!
Vejam os horários e suas fases:
14:50h Início da fase penumbral (não visível no Brasil)
15:49h Início da fase parcial (não visível no Brasil)
16:53h Início da fase total (não visível no Brasil)
17:08h Lua nascente - Magnitude: 1,30
17:30h Ponto máximo do eclipse
18:08h Fim da fase total
É só...lo lunar (não fui feliz...essa foi outra tentativa de trocadilho. Entendeu? Não né? Ah...deixa pra lá....)